Gizelly Bicalho e Marcela MC Gowan lançam projeto especial para mulheres

Quando se trata de poder na internet, é melhor não duvidar da força dos Furacões, dos Marceles, GiRafas, GiNus e nenhum outro ‘ship’ – como são chamados os fãs de duas pessoas ou mais – organizado pelos apoiadores das participantes do Big Brother Brasil 20. Desde o lançamento do projeto Sentinelas, na última quinta-feira (11), encabeçado por Gizelly Bicalho, Marcela Mc Gowan e Izabella Borges, a tag #ProjetoSentinelasDelas recebeu mais de 1 milhão de tweets. 

Para alcançar a marca milionária de menções, foi preciso muito trabalho e muita dedicação de todos para espalhar o termo na rede social. Além dos fãs, ex-participantes do reality, como Gabi Martins, Pyong Lee e a vencedora Thelma Assis, também participaram da campanha. 

O resultado? Em 1 dia, a tag foi publicada mais de 1 milhão de vezes no Twitter e o perfil do Sentinelas, no Instagram, atraiu quase 20 mil seguidores. 

Alycia, uma das organizadoras da operação para tornar a tag popular na rede, contou que todas as tags para a Gizelly tem o intuito de homenagear a advogada e ajudá-la no pós-BBB. “A ideia da tag pro projeto sentinelas foi algo que a gente planejou pra chegar a 1M de tweets pq é um projeto que a Gizelly sempre falou no BBB e é muito importante pra ela, e achamos que merecia algo maior com um alcance maior.”, contou. 

O Projeto Sentinelas 

O Sentinelas é um projeto feito por mulheres para mulheres. Idealizado por Gizelly Bicalho (advogada criminal), Marcela MC Gowan (médica) e Izabella Borges (advogada criminal), o trabalho visa popularizar informações sobre violência doméstica, os ciclos da violência contra à mulher, empoderamento feminino, saúde, autoconhecimento, entre outros assuntos. Durante entrevista exclusiva concedida à Jovem Pan, Gizelly definiu o projeto como “uma fábrica de mulheres independentes”. 

E é mesmo! No perfil que as meninas preparam no Instagram (instagram.com/sentinelasdelas) também haverá dicas e mini cursos, via IGTV, para levar conteúdo jurídico, informações sobre autocuidado, feminismo, além de formas de geração de renda extra para fortalecer a mulher, tornando-a mais independente para que consiga sair do ciclo de violência.

“Não vai ser só um canal, não vamos dar só uma orientação jurídica, a gente vai tentar empoderar essas mulheres.”, contou Gizelly. “Eu quero uma coisa que seja prática, rápida, que esteja na palma de sua mão e que uma mulher que tenha o ensino básico vai conseguir interpretar”, completou.

 

Sobre saúde, haverá conteúdo de ginecologia, sexologia, nutrição, fisioterapia, psicologia, dermatologia, e dicas de terapias alternativas que possam ajudar a mulher no processo de empoderamento.

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