Governo discute cargos para Weintraub deixar o Ministério da Educação


Abraham Weintraub em ato em Brasília
Jornal Nacional
O Palácio do Planalto discute, nos bastidores, diferentes cargos para Abraham Weintraub deixar o Ministério da Educação. O presidente Bolsonaro disse ontem que busca solucionar a questão de Weintraub.
Segundo o blog apurou, em discussão hoje, além da ideia de um posto no exterior, foram citados cargos em conselhos ou até diretoria de bancos. Weintraub é economista. A ideia de uma embaixada foi cogitada e descartada, uma vez que senadores mandaram avisar que o nome do ministro não seria aprovado na Casa. O Planalto ainda não bateu o martelo sobre o destino de Weintraub.
O STF e o Congresso aguardam a demissão de Weintraub o mais breve possível. A ala ideológica do governo, incluindo os filhos, querem convencer Bolsonaro a manter o ministro no cargo, mas admitem desde ontem que ele pode deixara o cargo. Se não for possível, querem uma compensação ao ministro.
Nas palavras de um aliado de Bolsonaro, “se sair, Weintraub não sairá de mãos vazias”. O argumento para a solução premiada a Weintraub é que o presidente reconhece o trabalho de Weintraub para “tirar esquerdistas” do MEC, por exemplo.
Na avaliação de um aliado de Weintraub, o “ideal” seria a garantia de que, saindo do governo, o ministro não será preso –mas o governo sabe que não terá essa sinalização do Judiciário.
Como o blog publicou na segunda-feira, a expectativa é a de que Weintraub seja demitido antes da posse de Fabio Faria amanhã, marcada para 11 horas.
Fontes ouvidas pelo blog defendem que o presidente escolha um nome de “alto nível” para a pasta, sem a influência da ala ideológica e dos filhos do presidente.

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