Governo efetiva ex-assessor de Carlos Bolsonaro na presidência da Funarte

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Luciano Barbosa Querido vinha exercendo a função como substituto. MPF diz que ele não tem experiência para o cargo ou formação suficiente. O governo federal efetivou o ex-assessor do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos) Luciano da Silva Barbosa Querido como presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte).
Querido já vinha ocupado o cargo de presidente substituto. No último dia 1º, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a suspensão da nomeação dele alegando falta de “formação específica” e de “experiência profissional” para o cargo.
A nomeação como presidente efetivo da Funarte foi publicada no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (13) e é assinada pelo ministro chefe da Casa Civil, Walter Sousa Braga Netto.
Querido havia sido nomeado para o cargo de substituto eventual do presidente da fundação em 7 de maio. A nomeação de substituto havia sido feita logo após a revogação da renomeação para o cargo do maestro Dante Matovani, que já havia sido presidente da Funarte em fevereiro deste ano.
Mantovani deixou o posto após a atriz Regina Duarte assumir a Secretara de Cultura, foi renomeado depois contra a vontade dela e teve a nomeação revogada em seguida.
Antes de ser nomeado substituto da presidência da Funarte, em abril, Querido já havia sido nomeado para ocupar o cargo de diretor do Centro de Programas Integrados (Cepin) da Funarte. Dois dias antes da nomeação para presidente substituto, em maio, ele havia sido nomeado diretor-executivo da Funarte.