Plano do governo é indicar Weintraub para o Banco Mundial

O plano do governo para retirar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, do centro da polêmica com o Supremo Tribunal Federal é indicá-lo para o Banco Mundial, em Washington.
Lá, o Brasil lidera um grupo de nove países e, sendo o maior acionista, tem a prerrogativa de indicar o diretor da área.
O cargo está vago desde 5 de maio. A indicação depende de decisão final do presidente Jair Bolsonaro.
Weintraub tem sido o principal “ponta de lança” do Executivo nos confrontos com o Judiciário.
Na reunião ministerial de 22 de abril, chegou a dizer, apontando para a Praça dos Três Poderes, que por ele, colocaria “esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF”.
A afirmação gerou forte reação no STF, que decidiu incluí-lo no inquérito que investiga a propagação de fake news.
Neste momento, o presidente Bolsonaro indica que quer uma trégua com ministros do STF e, até por isso, Weintraub foi orientado a não comparecer à posse do ministro das Comunicações, Fábio Faria, já que lá estaria o presidente Dias Tóffoli.
Weintraub cumpriu a recomendação e não compareceu à cerimônia, no Palácio do Planalto. Nas manifestações de apoiadores de Bolsonaro, no entanto, Weintraub é recebido como uma das principais lideranças na defesa do governo.
Por 9 votos a 1, STF rejeita pedido para tirar Weintraub do inquérito das fake news

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui